O ChatGPT passou a aceitar arquivos de áudio diretamente nas conversas, permitindo transcrever gravações, resumir conteúdos e responder perguntas sobre o que foi dito.
Na prática, a novidade pode ser especialmente útil para quem trabalha com entrevistas, coletivas, reuniões e sessões públicas. Um jornalista pode enviar a gravação, pedir uma primeira transcrição, localizar os principais assuntos e depois buscar trechos específicos sem ouvir todo o áudio novamente.
No Mova-se Inconfidentes, por exemplo, o recurso pode ajudar na rotina de apuração de entrevistas, falas de vereadores e outros conteúdos gravados. A ferramenta não substitui a conferência: nomes, números, citações e a identificação de quem está falando ainda precisam ser checados no áudio original.
O recurso aceita formatos comuns de áudio e permite continuar trabalhando sobre a gravação dentro da própria conversa — pedindo resumos, separando temas ou procurando determinado trecho.
Para operações jornalísticas pequenas, em que a mesma pessoa costuma gravar, transcrever, apurar e escrever, esse tipo de automação pode economizar uma etapa importante do processo.
A novidade reforça uma tendência que já aparece nas redações: a inteligência artificial vem deixando de ser apenas uma ferramenta para produzir texto e começa a atuar também na organização do material bruto da reportagem.
Fonte: OpenAI





